Levantamento de bens, documentos e interessados
A primeira etapa é compreender a situação familiar e patrimonial. Identificamos os interessados, os bens conhecidos, possíveis dívidas e documentos já disponíveis. Informações sobre imóveis, veículos, contas e participações societárias ajudam a dimensionar o trabalho.
Matrículas desatualizadas, documentos faltantes ou dúvidas sobre a titularidade de um bem podem exigir providências específicas. Por isso, o levantamento não se limita a reunir uma lista de bens: também procura identificar o que precisa ser esclarecido para o andamento do inventário.
Avaliação da via judicial ou extrajudicial
A definição do procedimento exige examinar as circunstâncias da sucessão, a documentação e os requisitos aplicáveis. O escritório avalia o caso antes de indicar o caminho e explica as etapas que dependem da família, do cartório, do juízo ou de outros órgãos.
Quando há divergências ou questões que precisam de esclarecimento, elas devem ser consideradas desde o início. Nos casos em que o procedimento extrajudicial for adequado, a organização dos documentos e a interlocução com os serviços envolvidos fazem parte do planejamento do trabalho.
Custos, acompanhamento e regularização dos bens
A estimativa de despesas depende das características do acervo e das providências necessárias. Na proposta, os honorários advocatícios devem ser compreendidos separadamente das despesas com tributos, certidões, custas e emolumentos eventualmente incidentes.
Também avaliamos quais atos posteriores poderão ser necessários para concluir a regularização, como registros, transferências ou levantamentos. Essas providências precisam constar do escopo contratado para que a família saiba o que está incluído no acompanhamento.
No primeiro contato, informe a data do falecimento, a relação familiar com a pessoa falecida, os principais bens conhecidos e se já existe processo ou procedimento em cartório. Com essas informações, orientaremos a preparação da consulta.
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